quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

#A arte de não entender a arte!





            Se você meu caro leitor trás consigo (no seu intimo) a concepção de que arte abstrata é uma das manifestações de expressão mais ridículas que já se ouviu falar, você gostará de saber que não está sozinho neste “mundão de meu Deus”...  Há pessoas que compartilham desta idéia e pode acreditar, NÂO SÂO POUCAS!
            Em alguma fase da sua vida, é bem provável que, assim como eu, você tenha se deparado com alguma situação constrangedora na qual precisou discutir, dissertar, enrolar ou mesmo apreciar uma forma de arte que não representa objetos próprios da nossa realidade concreta exterior a chamada “arte abstrata”, e neste momento meu nobre, o bicho pegou pro seu lado. Não foi? Você quis correr, você quis chorar, você quis usar aquela velha expressão que sempre funciona “jah volto, acho que ouvi a minha mãe me chamando”. Mas não teve jeito, como um exímio cidadão brasileiro você encarou os seus medos dizendo aquilo que nem o próprio artista acredita, mas que ele gostaria de ouvir: É MAGNÍFICO! “As cores e as linhas se entrelaçam tomando forma em um relevo nitidamente instigante. E se você disse isso, aí meu fera, você se saio muito bem, disse tudo e não disse nada, o que por sinal condiz com a obra do pobre coitado que nem é tão coitado assim, porque ganha milhões as custa de gente sem opinião.
            É por essas e outras razões que eu voz afirmo, a arte está em não entender a arte. Pense! Qual a vantagem de queimar neurônios na busca incessante de descobrir o que quis transmitir o “ARTISTA” quando desenhou um menino de expressão enfadonha soltando um grito que quase foge da tela (arte do movimento expressionista)? Para mim, (em total particularidade do meu pensamento ignorante) ele tava com uma imensa dor de barriga e não havia banheiro algum pela frente.
            Quer saber a verdade? Às vezes chego a pensar que há muito mais cultura no big brother.

Por: Patrícia Frighetto
           


*As considerações feitas no último parágrafo são referentes ao quadro O Grito, de Munch.


Aproveitando a deixa da minha amiga Patrícia Frighetto deixo-lhes um desafio, entender algumas artes abstratas:







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